domingo, 1 de maio de 2011

Tutores querem ser reconhecidos como professores


Debate acontecido no Seminário Nacional de EAD coloca em questão a situação legal e acadêmica do tutor




Aconteceu no último dia 29 de abril, durante o 8º Seminário Nacional de Educação a Distância, em João Pessoa (PB) a primeira rodada do Encontro de Professores de EAD, no qual um dos debates mais relevantes foi a situação legal, acadêmica e trabalhista do tutor. Os debates, descritos no blog do coordenador do encontro, o professor João Mattar, se deram em torno da situação incomum em que se encontram esses profissionais, que assistem aos alunos de educação a distância. Não apenas a metodologia de cada curso muda, e portanto também o tipo de trabalho exercido pelos tutores ganha formas variadas, como a própria localização acadêmica deles, entre a posição de ministrar a aula e apenas orientar os alunos de uma aula ministrada por um terceiro, também gera polêmicas. Mattar também organiza o movimento "Tutor é Professor" e discute a redação da chamada "Carta de Campinas", documento que discutirá a questão.


O posicionamento do tutor com relação às diferenças entre ensino acadêmico e cursos livres, ou entre ter formação específica ou não, ou ainda entre a parte presencial e virtual, são algumas das questões polêmicas que estão ainda mal resolvidas nessa atividade e interferem em decisões diferentes das instituições de ensino na hora de lidar com a questão.




Mais informações no blog do prof. Mattar.

01 DE MAIO, DIA DO TRABALHO - HISTÓRIA


Em 1886, realizou-se uma manifestação de trabalhadores nas ruas de Chicago nos Estados Unidos da América.

Ela tinha como finalidade reivindicar a redução da jornada de trabalho para 8 horas diárias e teve a participação de milhares de pessoas. Nesse dia teve início uma greve geral nos EUA.

Em dia 3 de Maio, houve um pequeno levantamento que acabou com uma escaramuça com a polícia e com a morte de alguns manifestantes.

No dia seguinte, uma nova manifestação foi organizada como protesto pelos acontecimentos dos dias anteriores, tendo terminado com o lançamento de uma bomba por desconhecidos para o meio dos policiais que começavam a dispersar os manifestantes, matando sete agentes. A polícia abriu então fogo sobre a multidão, matando doze pessoas e ferindo dezenas.

Três anos mais tarde, em 1889, a segunda Internacional Socialista, reunida em Paris, convocar, anualmente, uma manifestação com o objetivo de lutar pelas 8 horas de trabalho diário. A data escolhida foi o 1º DE MAIO, como homenagem às lutas sindicais de Chicago.

Em 1 DE MAIO de 1891 uma manifestação no norte de França é dispersada pela polícia resultando na morte de dez manifestantes. Esse novo drama serve para reforçar o dia como um dia de luta dos trabalhadores e, meses depois, a Internacional Socialista de Bruxelas proclama esse dia como dia internacional de reivindicação de condições laborais.

Em 23 de Abril de 1919 o senado francês ratifica o dia de 8 horas e proclama o dia 1 de Maio desse ano dia feriado. Em 1920 a Rússia adota o 1º DE MAIO como feriado nacional, e este exemplo é seguido por muitos outros países.

 
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