sábado, 16 de outubro de 2010

Diplomados no exterior devem cadastrar-se até o domingo, 17

Os candidatos inscritos no processo de revalidação de diplomas médicos do exterior terão até as 23h59 de 17 de outubro para realizar o cadastramento de seus dados. A participação na seleção só estará confirmada após a efetivação dessa etapa. O prazo foi prorrogado por meio de edital do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep).

Podem se cadastrar os candidatos que tiveram suas inscrições homologadas pelas instituições de ensino superior conveniadas ao projeto. Os exames serão realizados em Brasília e avaliarão os conhecimentos, habilidades e competências requeridos para o exercício da medicina no Brasil.

O processo de revalidação é formado por três testes: objetivo, discursivo e prova prática de habilidades clínicas, todas de caráter eliminatório. A data provável da prova objetiva é 24 de outubro, das 8h às 13h. O teste discursivo deverá ser realizado no dia 24 de outubro, das 15h às 18h. O edital com os locais dos exames objetivo e discursivo deve ser divulgado em 18 de outubro.

Serão considerados aprovados nas provas escritas (objetiva e discursiva) os participantes que alcançarem 112 pontos, no mínimo. Candidatos com média igual ou superior a essa, estarão aptos para participar da prova prática de habilidades, prevista para acontecer nos dias 4 e 5 de dezembro.

“O candidato que for aprovado nas etapas terá o seu diploma revalidado pela universidade na qual se inscreveu”, completa a diretora de Avaliação da Educação Superior do Inep, Claudia Griboski.

Essa nova sistemática para a revalidação dos diplomas começou a ser planejada pelo grupo de trabalho interministerial criado em 2007, com a participação de representantes dos ministérios da Educação, das Relações Exteriores e da Saúde. O grupo de trabalho ouviu universidades, associações médicas e associações de ex-alunos para discutir formas de aperfeiçoamento do sistema.

O projeto piloto foi elaborado com base na Matriz de Correspondência Curricular, que leva em consideração as diretrizes curriculares nacionais do curso de graduação em medicina para estabelecer parâmetros e critérios mínimos de aferição de equivalência curricular. “O projeto tem por objetivo aperfeiçoar os mecanismos atualmente vigentes, buscando uma maior isonomia, transparência e padronização no processo”, completa Griboski.

Veja a prorrogação do prazo no Diário Oficial.

Assessoria de Imprensa do Inep

Fonte: www.mec.gov.br

MEC repudia declarações do candidato José Serra sobre o exame


O Ministério da Educação lamenta profundamente que a cerca de 20 dias da realização do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), que movimentará sonhos e aspirações de 4,6 milhões de estudantes em todo o país, o assunto seja tratado de forma leviana pelo candidato à Presidência da República José Serra.

O candidato de oposição ao atual governo anunciou que quer acabar com o novo Enem, um projeto construído pela rede federal de educação superior, com a participação das 59 universidades federais e dos 38 institutos federais de educação, ciência e tecnologia, em todo o país.

Após a reformulação do exame, a rede decidiu abandonar o vestibular tradicional em proveito de um sistema democrático de acesso à educação superior pública de qualidade. Este ano, a rede oferecerá mais de 83 mil vagas, preenchidas exclusivamente pelo Enem, além das 140 mil bolsas do Programa Universidade para Todos (ProUni).

Desde 2004, os partidos de oposição, por meio do Partido Democratas (DEM), tentam junto ao Supremo Tribunal Federal a declaração de inconstitucionalidade do ProUni, que tem o Enem como principal porta de entrada e já beneficiou mais de 700 mil jovens estudantes de baixa renda.

O candidato José Serra partidariza uma discussão que sempre foi tratada de forma suprapartidária pelo Ministério da Educação. O novo Enem foi elogiado por parlamentares de diversos partidos, inclusive do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), tanto da Câmara dos Deputados quanto do Senado Federal. É lastimável que o candidato agora se valha de um crime cometido contra o Estado e apurado pela Polícia Federal para partidarizar o debate sobre Educação.

Assessoria de Comunicação Social do Ministério da Educação.

Fonte: www.mec.gov.br

 
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