terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Lula sanciona lei que cria a universidade da integração

A lei que cria a Universidade Federal da Integração Latino-Americana (Unila) foi sancionada nesta terça-feira, 12, pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em Brasília.

A Unila terá proposta acadêmica inter e transdisciplinar, com aulas bilíngues em português e espanhol. Metade dos professores e alunos será de brasileiros e a outra metade virá de outros países da região. A intenção é atender 10 mil alunos até 2015. O primeiro processo seletivo deve ocorrer no segundo semestre deste ano.

Na visão do ministro da Educação, Fernando Haddad, além de atrair alunos de todo o continente ao Brasil, a universidade pretende formar cidadãos capazes de pensar todas as áreas do conhecimento a partir da perspectiva da integração.

“A título de exemplo, queremos que o bacharel em direito não apenas domine o ordenamento jurídico nacional, mas tenha preparo para compreender o ordenamento dos países latino-americanos e saber pensar maneiras de integração entre os países. Isso vale para economia, relações internacionais, bioenergia”, exemplificou.

Haddad lembrou que a universidade é a 13ª nova instituição de educação superior criada pelo atual governo. “Havia 43 instituições em 2002 e agora são 56. Superamos a marca de JK, que havia criado 10 universidades”, comemorou, em referência ao governo do ex-presidente Juscelino Kubitschek. De acordo com o ministro, os investimentos em educação superior foram combinados a aplicação de recursos federais nos demais níveis e etapas da educação.

“Passamos de um orçamento de R$ 20 bilhões para R$ 50 bilhões. Isso deu sustentação aos investimentos feitos também na educação profissional e na educação básica”, avaliou.

Para o governador do Paraná, Roberto Requião, a universidade amplia a oferta de educação superior de qualidade no estado. “Tínhamos apenas uma federal. Agora temos a presença do instituto federal de educação profissional e tecnológica e a Unila”, disse.

A instituição funcionará provisoriamente nas instalações da usina de Itaipu, em Foz do Iguaçu (PR). “O projeto arquitetônico, que é de Oscar Niemeyer, já está pronto para licitar. A nossa urgência agora é terminar o projeto pedagógico com quatro eixos: integração no plano da cultura, das instituições, da biociências e da integração física”, explicou Haddad. Até o final de janeiro, o projeto pedagógico deve ficar pronto e, em seguida, haverá concursos para contratação de técnicos e professores.

A seleção dos alunos brasileiros deve ocorrer a partir das notas dos estudantes no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Os alunos estrangeiros passarão por avaliação semelhante a ser realizada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep).

Fonte: www.mec.gov.br
Maria Clara Machado



Informes aos alunos antigos dos cursos de Matemática, Física, Biologia e Geografia da UFRN / POLO UNIVERSITÁRIO DE LUÍS GOMES

Caros alunos,

- Informamos que os alunos antigos devem comparecer ao Polo, no período de:
Curso GEOGRAFIA E BIOLOGIA
Dias 13 e 14 de janeiro das 13 às 17 horas.
Curso FÍSICA E MATEMÁTICA
Dia 15 de janeiro das 13 às 17 horas.
Curso MATEMÁTICA E FÍSICA
Dia 16 de janeiro das 7 às 11 horas.
Observação:
Esse ajuste se faz necessário face a realidade local.
Qualquer dúvida falar com o seu tutor.

- No dia 30 de janeiro serão disponibilizados, no SIGAA, os atestados de matrícula com as disciplinas que o aluno irá cursar no período.

- O período letivo 2010.1 terá início no dia 22 de fevereiro.



A Coordenação

O RN é um dos estados com maior número de pré-inscritos na Plataforma Freire

A Plataforma Freire registrou, até o início deste mês, 2.722 pré-inscrições para o curso de especialização em educação infantil dirigido a professores, coordenadores e diretores de creches e pré-escolas das redes públicas, filantrópicas, comunitárias ou confessionais. Entre os estados com maior número de pré-inscritos se destacam o Rio Grande do Norte, com 508, e o Pará, com 358..
A Plataforma Freire é um sistema desenvolvido pelo MEC por meio do qual o professor se inscreve em cursos oferecidos pelo Plano Nacional de Formação de Professores da Educação Básica, com o objetivo de adequar a sua graduação. As pré-inscrições podem ser feitas até o dia 30 deste mês.
No conjunto, o Ministério da Educação, em parceria com 15 universidades federais, oferece 3.210 vagas em curso presencial e gratuito, que será ministrado em 59 municípios de 15 estados das regiões Norte (quatro estados), Nordeste (seis), Centro-Oeste (três) e Sul (dois).
A primeira etapa para concorrer a uma vaga na especialização em educação infantil é a pré-inscrição do profissional na Plataforma Freire. A segunda é a validação da inscrição, que será feita de forma articulada entre cada secretaria estadual de educação, a representação local da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e a universidade que dará o curso.
Segundo a coordenadora de formação de professores da Secretaria de Educação Básica do MEC, Helena Freitas, o curso tem os objetivos de formar quadros do magistério da educação infantil nos municípios, promover o desenvolvimento da política de formação e aprimorar os educadores. “Estes profissionais poderão desenvolver-se como professores formadores, responsáveis pelo trabalho formativo e pelo atendimento das necessidades dos educadores da infância de cada município”, explica.
Vagas – O curso será ministrado em 59 municípios por uma rede de 15 universidades federais, algumas conveniadas com instituições estaduais. A carga é de 360 horas e duração de 18 meses. Na hora de fazer a inscrição, o professor, diretor, coordenador ou membro das equipes de educação infantil dos municípios deve buscar a vaga na sede ou no campus da universidade mais próxima da cidade onde reside ou trabalha.
Para concorrer, o candidato deve atender a uma série de requisitos: ter (preferencialmente) graduação em pedagogia; trabalhar há pelo menos dois anos na educação infantil; ter disponibilidade para fazer a formação em serviço; se não for da carreira do magistério público, assumir compromisso de trabalhar na educação infantil por, no mínimo 18 meses, após a conclusão do curso; dispor de, no mínimo, dez horas semanais para estudos complementares durante o curso.

Fonte: http://portal.mec.gov.br/
Notícia publicada pelo blog do Polo UAB de Marcelino Vieira (11 de janeiro de 2010) http://uabluisgomes.blogspot.com/

 
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