segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

DAE/PROGRAD/UFRN inicia cadastramento dos aprovados em Administração



A equipe de técnicos do DAE / PROGRAD / Pró-Reitoria de Graduação da Universidade Federal do Rio Grande do Norte iniciou hoje, 07/12, o cadastramento dos aprovados para o curso de Administração / Pólo Universitário de Luís Gomes.
O referido cadastramento está acontecendo das 08 às 12 horas e das 13 às 17 horas, nos dias 07 e 08/12, na sede do Pólo Universitário (Sala de Projeção), localizado a Avenida Senhora Santana, 17 / Centro / Luís Gomes – RN (no prédio do Colégio Municipal Padre Osvaldo) e, está sendo exigido os seguintes documentos em conformidade com o disposto no edital de cadastramento:

DOCUMENTAÇÃO EXIGIDA

(...)

2.1. Diploma ou Certificado ou Certidão de conclusão do ensino médio ou equivalente (uma cópia legível e autenticada);

2.2. Histórico Escolar do ensino médio (uma cópia legível e autenticada);

2.3. Carteira de Identidade (uma cópia legível e autenticada);

2.4. Cadastro de Pessoa Física – CPF: (uma cópia legível e autenticada);

2.5. Certidão de quitação eleitoral, fornecida pelos órgãos da Justiça Eleitoral, ou obtida pelo site

http://www.tse.gov.br/;

2.6. Prova de estar em dia com as obrigações relativas ao serviço militar, para os candidatos do sexo

masculino menores de 45 anos (uma cópia legível e autenticada);

2.7. Prova de ser professor em exercício nas redes públicas de ensino para os candidatos classificados nos

cursos a que se refere o item 2.1 do Edital do Processo Seletivo para Educação Superior a Distância na UFRN para ingresso no ano de 2010, de 26 de agosto de 2009.

Parágrafo único. No prazo, horário e local estabelecidos nos itens 1.1 a 1.9 deste edital, estando impossibilitado de entregar os documentos exigidos nos sub-itens 2.1 a 2.7 deste edital, o candidato poderá assinar termo de compromisso, em que se obrigará a enviar as cópias legíveis e autenticadas, comprovado por postagem via Aviso de Recebimento (AR), para a Direção do Departamento de Administração Escolar da Pró-Reitoria de Graduação, localizado no Prédio da Reitoria, Campus Universitário, Avenida Senador Salgado Filho, s/n, Bairro de Lagoa Nova, CEP 59078-900, Natal (RN), com prazo de chegada no endereço acima até 15 de janeiro de 2009, independente da data de postagem, sob pena de indeferimento do cadastramento.

(...)


Para ler o Edital de Cadastramento na sua totalidade acesse: www.sedis.ufrn.br

Sem financiamento, vagas ociosas devem aumentar ainda mais


Divulgado nesta sexta-feira (04?12) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas (Inep), o Censo da Educação Superior trouxe dados alarmantes para os brasileiros: 49% das vagas oferecidas no ensino superior em 2008 não foram preenchidas. Isso significa que, somando a oferta em instituições públicas e particulares, das 3 milhões de vagas disponíveis, 1,47 milhão ficou completamente ociosa no ano passado.
Em comparação a 2007, o crescimento total das vagas não preenchidas foi de 11,6%. No entanto, o aumento mais expressivo ocorreu na rede federal, em que o número de vagas ociosas subiu 117% em um ano. Nas universidades estaduais, o crescimento foi de 9%, enquanto nas municipais, 6,9%, e nas privadas, 10%.
Ainda assim, são as instituições particulares que respondem pelo maior número de cadeiras vazias. Elas são responsáveis por 2,641 milhões do total de vagas em processos seletivos de todo o país e apresentam 54,6% de ociosidade. Esse número, porém, não acompanha sequer a quantidade de estudantes em busca de um diploma do ensino superior. De 2007 para 2008, o número de vagas aumentou 5,7% e o número de calouros nas faculdades subiu bem menos: 1,6%.
Investimento - Em entrevista à VEJA.com, o economista e especialista em educação, Gustavo Ioschpe, explica que há um motivo específico para esse problema: "As pessoas não têm dinheiro para a matrícula e o sistema privado de ensino - onde há mais vagas disponíveis - é proibitivamente caro".Além disso, afirma Ioschpe, a cultura brasileira não está condicionada ao financiamento, o que dificulta ainda mais o acesso das classes mais baixas às universidades. "As pessoas não entendem que o diploma é garantia de sucesso e que, depois de formado, há um retorno para o repagamento das despesas. Por isso, elas acabam não indo para a universidade".Para o economista, o crescimento excessivo das instituições particulares acentua ainda mais o problema de vagas não preenchidas no Brasil. "Quem pode pagar para cursar uma faculdade já está no ensino superior, principalmente no setor privado. Por isso, o desafio agora é popularizar a educação, trazendo as classes C, D e E para dentro das universidades", destaca.
Gustavo Ioschpe acredita que a demanda por ensino superior se manterá aquecida nos próximos anos e que, caso não haja grandes mudanças no perfil socioeconômico da população ou um sistema de financiamento da educação efetivo, o problema das vagas ociosas só tende a aumentar, mesmo com o crescimento vertiginoso do ensino à distância."
Isso é uma tendência ligada mais aos cursos de pós-graduação ou, ainda, para a graduação de quem já está no mercado de trabalho e quer conseguir um diploma para se manter bem colocado profissionalmente. Quem não tem dinheiro para estudar, vai continuar fora das universidades, mantendo a tendência de crescimento das vagas não preenchidas", salienta.
Fonte: Veja.com, por Marina Dias

 
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