sábado, 25 de abril de 2009

Pólo UAB de Luís Gomes - RN



Comunicado



Os alunos abaixo relacionados devem entregar o quanto antes cópia do RG, CPF e uma foto ( 3 x 4 ) ao seu respectivo tutor.



Curso: BIOLOGIA

Tutora: FLAVIA


FRANCISCA MARIA DE SOUZA / GUIDO LOPES QUARTO / WILLIÃ TAUNAY DE SOUZA / JOSEFA CRISTIANE MENDES MARTINS / DANIELA ELIAS NUNES .

Curso: GEOGRAFIA

Tutora: WILCA

JOSE CASSIO DOS SANTOS CARVALHO / JESUS ALVES DE ANDRADE / EDINALDO DE FREITAS OLIVEIRA / FRANCISCO LUCÉLIO PEREIRA / VANESSA COSTA VALENTIM / ROUSSEOU ANTONIO ANDRADE VALENTIM / RODRIGO DE LIMA LEAL / LAURA ZELANDIA DA COSTA COUTINHO / KAYSA MOREIRA DE ALENCAR / JOSÉ ISAK DE OLIVEIRA FONTES / MARIA DE LOURDES CAMPOS DE ANDRADE.


Curso: BIOLOGIA

Tutora: CONSOLA

ROBERTO ABRANTES SARMENTO / ÂNGELA WALVERLYA PINHEIRO SILVA /
JÉSSICA NAYARA MACENA DA SILVA / JOSÉ ARTHUR GALGANO FREITAS DE LIMA / ZENAIDE MARIA DE SOUZA / JOSÉ GILDEFRAN DE SOUZA LINS / KÁTIA BEZERRA DE MOURA / MIGNUM DE ANDRADE BATISTA / PRISCILIA DUARTE ALEXANDRE /
LÚCIA DE FATIMA ROCHA DA SILVA .

A Coordenação

Profissão: Tecnólogo


Os tecnólogos são profissionais com formação de nível superior, em cursos de curta duração com foco nas necessidades do mercado. Tais cursos têm sido criados para responder à demanda por preparação, formação e aprimoramento educacional e profissional. Os cursos superiores de tecnologia podem ser feitos por estudantes que tenham concluído o ensino médio ou equivalente ou que já tenham diploma de nível superior e queiram se especializar.

Segundo a diretora de Regulação e Supervisão da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação, Andréa Andrade, os primeiros cursos superiores de tecnologia surgiram em 1969 e, nos últimos anos, a curva de expansão desse tipo de graduação tem sido exponencial. “Entre 2006 e 2007 houve um aumento de 6% dos cursos superiores de licenciatura e bacharelado. Se levarmos em conta apenas os cursos superiores de tecnologia, o crescimento foi bem maior: 21%”, afirmou Andréa. “Isso é reflexo da demanda de mercado”.

Para organizar e orientar a oferta de cursos superiores de tecnologia, o Ministério da Educação (MEC) criou o Catálogo Nacional dos Cursos Superiores de Tecnologia. Lançado em 2006, trata-se de um guia de informações sobre o perfil de competência do tecnólogo. Ele apresenta a carga horária mínima e a infraestrutura recomendada para o curso. O material fica disponível na internet, no site do MEC, pelo endereço http://catalogo.mec.gov.br

Na área tecnológica, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) é uma das instituições que mais ofertam cursos superiores de tecnologia, principalmente na área industrial. A instituição oferece hoje 58 cursos, nos quais estão matriculados 10.127 alunos. “Trata-se de demanda comprovada da indústria”, ressaltou o assessor da diretoria da instituição, Alberto Borges de Araújo. “Essa é a área em que há maior inserção no mercado. A taxa de ocupação de nossos egressos é superior a 95%”.

Para regulamentar a atuação desses profissionais, que já fazem parte do Sistema Confea/Crea e Mútua, o deputado Reginaldo Lopes (PT-MG) propôs um projeto de lei. O relator do projeto na Comissão de Trabalho da Casa, deputado Vicentinho (PT-SP) realizou audiência pública no dia 16 de abril para debater os tópicos do assunto. Um dos presentes foi o presidente do Confea, eng. civil Marcos Túlio de Melo, que se manifestou favorável ao projeto . Segundo ele, o Confea tem promovido amplo debate com os tecnólogos e tem procurado incluí-los por meio do GT Tecnólogos, em atividade desde o ano passado. Esses profissionais foram contemplados na Matriz do Conhecimento, que define o âmbito de atuação de cada profissional da área tecnológica, por meio do Anexo II da Resolução nº 1.010/05, que começará a ser posto em prática este ano.

O PL do deputado Reginaldo Lopes vai ao encontro desse trabalho, já que atribui ao Sistema Confea/Crea e Mútua a responsabilidade de fiscalizar a atuação dos tecnólogos ligados à área tecnológica. O presidente da Associação Nacional dos Tecnólogos (ANT), Jorge Guaracy, também se manifestou nesse sentido, “não há dúvida: não temos a pretensão de criar um conselho de tecnólogos. Seria inviável, pois há tecnólogos em diversas áreas do conhecimento”, ressaltou. “Nós, que temos uma formação mais sólida, acabamos sendo nivelados por baixo. Precisamos trabalhar contra paradigmas culturais fortes para termos o reconhecimento da nossa profissão”.

Saiba mais sobre a audiência pública.

Mariana Zanatta
Equipe de Comunicação do Confea

Fonte:http://www.confea.org.br/publique/cgi/cgilua.exe/sys/start.htm?infoid=7893&sid=10&pai=8

 
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